Como assim, Dia da Mentira?

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“Enganei o bobo. Na casca do ovo. Quem caiu, caiu. Caiu 1º de abril.” Esta parlenda faz parte da infância de muitos papais e mamães. Em 1º de abril é comemorado o Dia da Mentira. Aproveite a data para conversar com as crianças o quanto mentir pode ser ruim e prejudicial para a vida das pessoas.

Antes é interessante explicar como surgiu esta história de um dia só para pregar peças nas pessoas:

Comemorada em vários países ocidentais, a data surgiu na França quando foi implantado o calendário gregoriano e o Rei Carlos IX instituiu 1º de janeiro para ser o início do ano. Como antes, o ano novo era comemorado em 25 de março e terminava em 1º de abril, quem não gostou da mudança continuou festejando na data antiga, virando motivo de gozação. Eles recebiam presentes estranhos ou convites de festas que nunca aconteceriam. Assim, o 1º de abril ficou marcado como o “Dia da mentira”, isto é, da “comemoração mentirosa da passagem do ano”.

Claro que não precisa ser radical. Deixe as crianças brincarem de pregar peças nos amiguinhos! Mas é bom deixar claro que mentir não é correto. Você pode utilizar a história do Pinóquio como exemplo.

Segundo uma entrevista com a professora canadense Victoria Talwar, do departamento de educação e conselho psicológico da Universidade McGill, de Montreal (Canadá), publicada na Revista Crescer, existe um período em que mentir é normal. “O que não é normal é mentir cronicamente e, quando chega aos 10 anos, a maioria das crianças mente desse modo. Já as mais novinhas vão mentir mais indiscriminadamente, como negar que bateu no cachorro, quando você estava lá e viu que foi ela. É assim que aprendem o que podem ou não fazer”, explica.

Fontes: Revista Crescer, Mundo Estranho, CMais e Brasil Escola. 


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