Amamentação, um vínculo para a vida toda

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Estamos comemorando a Semana Mundial de Aleitamento Materno. A data foi criada pela Organização Mundial de Saúde para incentivar as mães a amamentarem os bebês e informar o quanto o leite materno pode fazer diferença na vida da criança.

Nós apoiamos esta ideia, pois além de criar um vínculo especial entre mãe e filho, o leite materno fortalece a imunidade, ajuda no funcionamento do intestino, diminui o risco de alergias, evita cólicas, previne doenças futuras, combate à anemia, ajuda no desenvolvimento cognitivo e desenvolve a arcada dentária.

A OMS recomenda o aleitamento materno exclusivo já a partir da primeira hora após o nascimento do bebê até o sexto mês de vida, mas sabemos que isso não é tão fácil, principalmente para mães de primeira viagem. Os principais motivos é a prática errada da amamentação. Para esclarecer as principais dúvidas, selecionamos algumas informações:

1) A amamentação não dói se o bebê estiver posicionado e pegar o peito de maneira correta. Dica: colocar quase a aréola inteira dentro da boca do recém-nascido para mamar.
2) Ao sugar, o bebê estimula a produção de leite. No começo é comum a quantidade ser menor. O que vem primeiro é o colostro, o leite de verdade só aparece três ou quatro dias depois do parto.
3) O tamanho do peito não influencia na quantidade e qualidade de leite.
4) Leve o bebê ao seio de maneira que suas costas fiquem posicionadas corretamente, para isso, use e abuse de almofadas e travesseiros.

Segundo o diretor-executivo do Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, Anthony Lake desde 1990, quase 7 milhões de crianças morrem todos os anos, mais de 40% delas são recém-nascidos. A amamentação imediata, na primeira hora desde o nascimento, pode prevenir 20% “destas mortes desnecessárias”.


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